É engraçado como a internet aproxima e afasta tanto as pessoas, ao mesmo tempo. Ontem parecia impossível cogitar a possibilidade de fazer amizades com pessoas incríveis que moram em países diferentes. 

Sei lá. No começo foi legal, mas agora a rede social sobrepôs-se a maioria, vejo uma batalha sem fim entre quem possuí a vida mais perfeita, mais invejada. Há uma necessidade desnecessária de mostrar todo momento, coisas triviais e particulares.

Venho-me perguntando coisas como: por que diabos uma pessoa posta foto sangrando ou no hospital? A vontade de aparecer é tanta que é preciso chegar ao ponto de publicar coisas desagradáveis e intimas, por um like ou comentário no facebook? 

Há uma futilidade enorme de garotas que ficam engajando o consumismo desenfreado, incentivando o acúmulo de coisas que você não precisa. Essas mesmas garotas também geram uma frustração as suas leitoras, que desejam ser como elas, mas… 

Onde foi que o conceito de menos é mais perdeu-se? 
A partir de qual momento passamos a valorizar mais o clique de uma selfie para deixar de aproveitar momentos maravilhosos com os amigos? 

É por esse motivo que me vejo afastando das pessoas e das redes sociais, parece que todos tornaram se chatos, on e offline. É um reclama daqui, reclama de lá difícil de acompanhar e aguentar. 

Amigos, vamos prestar mais atenção as coisas ao nosso redor. Vamos valorizar o que realmente importa e deixar os likes e comentários em stand by. A internet estará sempre presente mas momentos ao lado de pessoas especiais não.

O registro de memórias começa em nossa mente, começa quando deixamos o celular de lado para vivermos cada segundo e aproveitar ao máximo aquele sorriso tímido que só ela/ele faz…

Conecte-se com as pessoas que ama. Viva mais. Guarde tudo no coração e não deixe que o like de um desconhecido seja uma prioridade vazia em sua vida.



A dor e o estresse são tão grandes que posso sentir o peso em meu rosto.
Mary J.


Sinto uma crise existencial dentro de mim, ouço vozes que tentam indicar um novo caminho, vozes que pedem por ajuda. Elas estão desesperadas, morrendo aos poucos pelos efeitos prejudiciais do meu cotidiano, da correria e estresse do trabalho. Há sinais por todo meu corpo, ele não suporta mais tudo isso, precisa que isso acabe, precisa de algo novo, precisa de vigor. 

O estresse mexe com a cabeça. A falta de amor, com o coração… que continua a bater, porém mais lento do que deveria. Ele está muito danificado para dar-se ao luxo de correr o risco de uma nova paixão, por isso contenta-se com a breve alegria concedida por algo que está fora de alcance, por alguém que sabemos que não ficará por muito tempo e que esse tempo de estadia termina assim que a expectativa é realizada. Sabe, é mais fácil desapegar de alguém que aproxima de você apenas por interesse físico. 

Não parece certo abrir certas brechas quando por dentro, tudo está bagunçado. Não parece certo permitir que alguém entre quando há tantas dúvidas no eu interior.

Está tudo fora de controle, e a pior parte é que eu não faço ideia de onde começar para tudo arrumar… 



That weird point of my life…

It was with that sentence I realize why I’m really feeling like an outsider of my friends group. The weirdness is you don’t feel like doing the same things as they, the usually things you liked to discuss about it are now just a little piece of crap for you. The problem probably isn’t with they, it’s you, and you know that.

In your list of things to do are: 
Stay home reading books;
Stay home watching your favorite TV show;
Stay home eating delicious food; 
Stay home with your best company: Netflix.

Anything that includes staying home, and you’re feeling totally fine about it. In fact, you’re feeling so weird you don’t even wanna talk to anybody, just wanna hear your thoughts. 

Maybe you’re realizing that you don’t fit in this place anymore, it might be just your friends group or sometime even bigger, like that place or country you live. You need to go outside and spread your wings.



Algumas palavras são melhores ditas na hora.
Mary J.




Gostaria de olhar em seus olhos e lhe dizer o que sinto, contar cada detalhe do sonho que tive noite passada, dos bons momentos que lá tivemos, das risadas que compartilhamos. 
Gostaria de tocar em sua mão para fazê-lo sentir todo o arrepio, falta de ar e agitação que em mim você causa. Porquê apenas dizer não basta, preciso que sinta o mesmo para assim entender o impacto que uma pessoa pode causar na vida de outra. 
Não quero exagerar… não posso me dar ao luxo do sentimento incontrolável que ao invés de aproximar, assusta.
O maior desafio para quem gosta, para quem ama, é reservar algumas coisas dentro de si, pois não sabemos esperar, quando o que sentimos é tão forte queremos gritar! 
Vivemos uma completa aflição entre os intensos sentimentos e a necessidade enorme de expressão, porém censurada em ordem ao coração. Aflição que apenas será aliviada quando a outra parte, do mesmo sentimento compartilhar…

▬ Mary J. 



Não adianta apressar…

O maior desafio para um hopeless romantic é desapegar por um momento de suas esperanças para encontrar paz interna. 
Sim, paz. Porque nosso coração arde de angústia diante o fato de não ter encontrado a pessoa certa para, de momentos simples, compartilhar. 
Nosso coração arde de angústia por todas as frustrações de ilusões anteriores, esperanças de amor que foram friamente assassinadas .

É difícil dizer pro coração que não adianta correr atrás, que no momento certo vai ele chegar  e a melhor opção é esperar. 
Esperar e cuidar. 
Cuidar do jardim, deixar a casa arrumadinha, pronta para ser eternamente habitada por aquele que certamente merecerá. 

▬ Mary J.



Quantas paixões um coração é capaz de aguentar até a chama da esperança acabar?
Mary J.


Uma carta à tristeza

Tristeza, 
Quero cortar os laços contigo. Não quero mais a sua companhia e muito menos os seus serviços, a conta já foi devidamente paga e agora quero os benefícios em troca. 
Que fique claro, não estou desmerecendo todos os momentos que juntas estivemos, não há dúvidas que em muito você me ajudou. 

Jamais esquecerei das lições que, com tanta dor, ensinou-me. 
A sempre levantar de cabeça erguida quando derrubada. A recolher os pedaços de um coração partido e remenda-lo para uma nova aventura. Ensinou-me a ser forte. Deu tapas na minha cara. Senti o amargo gosto de suas lágrimas. Ensinou-me a não desistir, a ter esperança. 

Sim, momentos que fizeram hoje a pessoa que sou. 
Então, obrigada! 
Agora minha história será escrita com a Felicidade, novos ensinamentos, novos sentimentos. 

Não se preocupe dona Tristeza, jamais te esquecerei, como poderia? 

Com carinho,
Mary J.